Um novo fim...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Em mais uma das nossas aventuras literárias, criamos uma linda história, bom pelo menos o final...

Nessa historia um rei quer obrigar sua filha, uma linda princesa a se casar com o rei do norte, ela depois de muito chorar adormeceu e acordou com uma horrível barba, o que fez com que seu pai a expulsasse do reino, escondendo o rosto com um elmo e usando armadura para disfarçar seu corpo de mulher, trava batalhas em troca de dinheiro em vários reinos; Até que um dia chega em um reino onde se apaixona pelo rei que ordena que tire o elmo ou vá embora... A partir daí a artista-educadora da turma pediu que cada grupo criasse um novo final para a história.]

No grupo do qual eu fazia parte criou-se o seguinte final:

          Apos a decisão do rei de obrigá-la a mostrar o rosto ela decide ir embora. Quando já estava de vestido, começando a descer a corda da janela o rei a chama:
         __ Ei ! Quem e você? 
         E virando, já desmanchando-se  em lágrimas, sente aos pouco a barba ir caindo e o rei se aproximando dela. Eles resolvem se casar e vão até o reino pedir permissão ao seu pai que ao ver que ele era o rei do norte permite sem muitas queixas.

Espero que tenham gostado.

Até a próxima! Beijos!!!
Gabriela Borges Martins

Oficina 21 de maio de 2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Oi pessoal,

Meu nome é Davi, sou participante do Ideias Incontidas, e estou aqui para relatar a oficina de hoje!

Bem, hoje nós lemos um texto, mas não lemos o final... Então nos fizemos um final para ele.

E aí, vamos conferir a história inteira e depois um dos melhores finais? Vamos lá!


ENTRE A ESPADA E A ROSA

Marina Colasanti

Qual é a hora de casar, senão aquela em que o coração diz "quero"? A hora que o pai escolhe. Isso descobriu a Princesa na tarde em que o Rei mandou chamá-la e, sem rodeios, lhe disse que, tendo decidido fazer aliança com o povo das fronteiras do Norte, prometera dá-la em casamento ao seu chefe. Se era velho e feio, que importância tinha frente aos soldados que traria para o reino, às ovelhas que poria nos pastos e às moedas que despejaria nos cofres? Estivesse pronta, pois breve o noivo viria buscá-la.
De volta ao quarto, a Princesa chorou mais lágrimas do que acreditava ter para chorar. Embotada na cama, aos soluços, implorou ao seu corpo, a sua mente, que lhe fizesse achar uma solução para escapar da decisão do pai. Afinal, esgotada, adormeceu.
E na noite sua mente ordenou, e no escuro seu corpo ficou. E ao acordar de manhã, os olhos ainda ardendo de tanto chorar, a Princesa percebeu que algo estranho se passava. Com quanto medo correu ao espelho! Com quanto espanto viu cachos ruivos rodeando-lhe o queixo! Não podia acreditar, mas era verdade. Em seu rosto, uma barba havia crescido.
Passou os dedos lentamente entre os fios sedosos. E já estendia a mão procurando a tesoura, quando afinal compreendeu. Aquela era a sua resposta. Podia vir o noivo buscá-la. Podia vir com seus soldados, suas ovelhas e suas moedas. Mas, quando a visse, não mais a quereria. Nem ele nem qualquer outro escolhido pelo Rei.
Salva a filha, perdia-se porém a aliança do pai. Que tomado de horror e fúria diante da jovem barbada, e alegando a vergonha que cairia sobre seu reino diante de tal estranheza, ordenou-lhe abandonar o palácio imediatamente.
A Princesa fez uma trouxa pequena com suas jóias, escolheu um vestido de veludo cor de sangue. E, sem despedidas, atravessou a ponte levadiça, passando para o outro lado do fosso. Atrás ficava tudo o que havia sido seu, adiante estava aquilo que não conhecia.
Na primeira aldeia aonde chegou, depois de muito caminhar, ofereceu-se de casa em casa para fazer serviços de mulher. Porém ninguém quis aceitá-la porque, com aquela barba, parecia-lhes evidente que fosse homem.
Na segunda aldeia, esperando ter mais sorte, ofereceu-se para fazer serviços de homem. E novamente ninguém quis aceitá-la porque, com aquele corpo, tinham certeza de que era mulher.
Cansada mas ainda esperançosa, ao ver de longe as casas da terceira aldeia, a Princesa pediu uma faca emprestada a um pastor, e raspou a barba. Porém, antes mesmo de chegar, a barba havia crescido outra vez, mais cacheada, brilhante e rubra do que antes.
Então, sem mais nada pedir, a Princesa vendeu suas jóias para um armeiro, em troca de uma couraça, uma espada e um elmo. E, tirando do dedo o anel que havia sido de sua mãe, vendeu-o para um mercador, em troca de um cavalo.
Agora, debaixo da couraça, ninguém veria seu corpo, debaixo do elmo, ninguém veria sua barba. Montada a cavalo, espada em punho, não seria mais homem, nem mulher. Seria guerreiro.
E guerreiro valente tornou-se, à medida que servia aos Senhores dos castelos e aprendia a manejar as armas. Em breve, não havia quem a superasse nos torneios, nem a vencesse nas batalhas. A fama da sua coragem espalhava-se por toda parte e a precedia. Já ninguém recusava seus serviços. A couraça falava mais que o nome.
Pouco se demorava em cada lugar. Lutava cumprindo seu trato e seu dever, batia-se com lealdade pelo Senhor. Porém suas vitórias atraíam os olhares da corte, e cedo os murmúrios começavam a percorrer os corredores. Quem era aquele cavaleiro, ousado e gentil, que nunca tirava os trajes de batalha? Por que não participava das festas, nem cantava para as damas? Quando as perguntas se faziam em voz alta, ela sabia que era chegada a hora de partir. E ao amanhecer montava seu cavalo, deixava o castelo, sem romper o mistério com que havia chegado.
Somente sozinha, cavalgando no campo, ousava levantar a viseira para que o vento lhe refrescasse o rosto acariciando os cachos rubros. Mas tornava a baixá-la, tão logo via tremular na distância as bandeiras de algum torreão.
Assim, de castelo em castelo, havia chegado àquele governado por um jovem Rei. E fazia algum tempo que ali estava.
Desde o dia em que a vira, parada diante do grande portão, cabeça erguida, oferecendo sua espada, ele havia demonstrado preferi-la aos outros guerreiros. Era a seu lado que a queria nas batalhas, era ela que chamava para os exercícios na sala de armas, era ela sua companhia preferida, seu melhor conselheiro. Com o tempo, mais de uma vez, um havia salvo a vida do outro. E parecia natural, como o fluir dos dias, que suas vidas transcoressem juntas.
Companheiro nas lutas e nas caçadas, inquietava-se porém o Rei vendo que seu amigo mais fiel jamais tirava o elmo.



FINAL MAIS LEGAL DA TURMA :)

(...) A princesa mostrou o jeito que ela ficou, pois era a melhor amiga dele, ele ficou assustado pois nunca tinha visto ela sem a máscara, até pensou que não era ela!
 Ele perguntou o que tinha acontecido. Ela disse:

__ Meu pai queria que eu me casasse, e eu não queria, então pedi uma solução! E a solução me trouxe uma barba, e estou muito triste queria voltar ao normal... Mas eu não quero voltar para o castelo!

Assim o seu amigo perguntou um homem se ele sabia tirar a barba, e ele disse que tinha que ir em uma caverna no topo da montanha.
Eles foram em busca da montanha e acharam. E lá tinha um duende muito misterioso e ele falou com ele. Ele transformou ela em uma mulher de verdade. Ela ficou feliz!

E ela voltou para o castelo e pediu desculpa ao seu pai e ele desculpou ela!


FIM!!!



Oficina das palavras ocultas

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Olá pessoal,

Tudo bem? Hoje eu vim contar um pouco da oficina do dia 02/04. Fizemos o alongamento e iniciamos uma gincana com a palavra "PERNAMBUCO", o objetivo era retirar o maior número de palavras possível, conseguimos retirar 70 palavras ao todo, depois montamos 4 grupos e fizemos a mesma coisa com a palavra "UBERLÂNDIA", o grupo do qual eu fazia parte retirou 49 palavras! Ana pediu que formássemos  um texto maluco com as palavras que encontramos, que postaremos logo!!! AGUARDEM!!!

Beijinhos Gabriela Borges Martins

Oficina: 26/03/2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Oi pessoal, tudo jóia?

Aqui é o Davi novamente, e estou aqui para contar um pouquinho sobre a nossa última oficina ok?

Então, em nossa última oficina nós completamos a história de uma princesa que é levada para dentro de um rio e está disposta a se aventurar nele o necessário!!!

Conseguimos também, produzir um pouco de desenho para a história... Estamos indo bem...

Fique de olho na próxima postagem...

Davi Cotrin


Atividade realizada na oficina vai parar na sala de aula

quarta-feira, 27 de março de 2013

Olá pessoal!

Eu sou a Gabriela, a que relatou a oficina do dia 19/03. Lembram que eu disse que cada um dos participantes recebeu um álbum de figurinhas dos personagens de Uberlândia e região? Pois é, eu terminei o meu e levei para minha professora de história. E advinha só! Estamos estudando ele na sala de aula! Legal, não é?! Gostei da ideia, pois assim todos nós iremos aprender, na escola e na oficina.

Até a próxima postagem! Aguardo ansiosa para escrever...




















Gabriela Borges Martins

Participantes do projeto compartilham sonhos, gostos e expectativas


A oficina do dia 19/03 como sempre foi muito produtiva!





Andamos pelo Clube Cesag com os alunos desenvolvendo e expondo novas ideias. Conhecemos espaços em que iremos trabalhar nesse ano. A oficineira Ana Lopez cantou para os alunos e encantou a todos! Vimos a casa do João de Barro, da Coruja, e ainda criamos coisas como uma enorme mansão atrás do muro, uma Fábrica de Chocolates atrás das árvores e uma casa na árvore com piscina de hidromassagem.

Voltamos para a sala e fizemos um maravilhoso lanche, bolo de chocolate. Hum... Que delícia! Após o lanche, cada aluno ganhou um álbum de Figurinhas com cada uma das personalidades mais marcantes de Uberlândia e região. Ana pediu que cada um escolhesse um personagem que achou legal e lesse sua micro biografia. Depois cada um recebeu uma folha para explicar: “Quem sou eu?, O que eu gosto, não gosto, o que faço?”... Daí por diante. E essa foi a nossa encantadora oficina de literatura!

Gabriela Borges Martins (12 anos, participante do projeto desde 2012)

Participantes da oficina brincam de procurar palavras e escrever uma história

terça-feira, 26 de março de 2013

Olá pessoal,

Meu nome é Davi e estou aqui para contar um pouco da oficina de ontem (19/03 de manhã). Bem... Ontem, nossa "professora", Ana Lopez nos ajudou a encontrar palavras para fazermos uma história, mas de uma forma diferente... Ela se fantasiou, e se "incorporou" em um personagem diferente, a Esquecida da Silva, que tinha perdido sua história em algum lugar! Então resolvemos ajudar ela a fazer sua história. E essa história é um dos nossos primeiros projetos para o livro. A história está ficando bem legal! Mas para descobri-la, é só ficando por dentro por aqui!

Foto: Jornal Correio
Planejamos também algumas ideias para o livro, queremos que seja diferente... Pretendemos interagir com o leitor do livro!!!

Até mais...

Davi Cotrin (10 anos, participante do projeto desde 2012)